Nem sempre têm-se um bom plano, mas às vezes coragem e vontade já bastam para que tudo possa se inclinar para um novo horizonte, que de repente se torna próximo. Na verdade, ele se torna seu único e principal objetivo, só aí seus planos são traçados. Com a competência e o equilíbrio as coisas se acertam cada qual no seu lugar. A dificuldade vai bater como uma tempestade acompanhada de um furacão, porém a obstinação te torna uma montanha forte o suficiente para suportar sem deixar te afetar. E no fim, seu topo brilhará com o pôr do sol que terminará mais um dia de sua nova vida. Intacto e estável.

Nem sempre têm-se um bom plano, mas às vezes coragem e vontade já bastam para que tudo possa se inclinar para um novo horizonte, que de repente se torna próximo. Na verdade, ele se torna seu único e principal objetivo, só aí seus planos são traçados. Com a competência e o equilíbrio as coisas se acertam cada qual no seu lugar. A dificuldade vai bater como uma tempestade acompanhada de um furacão, porém a obstinação te torna uma montanha forte o suficiente para suportar sem deixar te afetar. E no fim, seu topo brilhará com o pôr do sol que terminará mais um dia de sua nova vida. Intacto e estável.

Já sinto o primeiro toque da vida mas sem poder me segurar para emergir para ela e respirar seus ares. As paredes da prisão se fecham e minha saída já é visualizada e vislumbrada pelos meus olhos obscurecidos pela solitária em que me encontro, mas seguindo os fachos de luz eu já consigo perceber a liberdade vindo de encontro com meu corpo adormecido para inserir vida e novos ares nas minhas veias abandonadas há muito. A verdadeira vida me aguardou e eu cheguei para ela, agora eu corro atrás da próxima fase que me levará para um nível imensurável da liberdade da mente e do corpo.

Já sinto o primeiro toque da vida mas sem poder me segurar para emergir para ela e respirar seus ares. As paredes da prisão se fecham e minha saída já é visualizada e vislumbrada pelos meus olhos obscurecidos pela solitária em que me encontro, mas seguindo os fachos de luz eu já consigo perceber a liberdade vindo de encontro com meu corpo adormecido para inserir vida e novos ares nas minhas veias abandonadas há muito. A verdadeira vida me aguardou e eu cheguei para ela, agora eu corro atrás da próxima fase que me levará para um nível imensurável da liberdade da mente e do corpo.

O complexo sempre teve um sabor melhor, todo sabor misterioso e difuso, longe de todo e qualquer toque. A maestria de todos os caminhos do nó sem fim sempre prendem a atenção e sempre pareceram majestosos. Talvez isso seria sempiterno se não fosse pelo despejo sutil do simples nas veias aonde correm os sentidos. Uma nova sensação se mostrou e um novo gosto foi notado, junto com um frio diferente e mais gelado que percorreu a espinha e a estilhaçou em vários pedaços. O gosto simples e sutil se tornou o novo intocável e hoje percorre as veias obscuras que nunca eram preenchidas pelo antigo gosto que percorria as mesmas veias.

O complexo sempre teve um sabor melhor, todo sabor misterioso e difuso, longe de todo e qualquer toque. A maestria de todos os caminhos do nó sem fim sempre prendem a atenção e sempre pareceram majestosos. Talvez isso seria sempiterno se não fosse pelo despejo sutil do simples nas veias aonde correm os sentidos. Uma nova sensação se mostrou e um novo gosto foi notado, junto com um frio diferente e mais gelado que percorreu a espinha e a estilhaçou em vários pedaços. O gosto simples e sutil se tornou o novo intocável e hoje percorre as veias obscuras que nunca eram preenchidas pelo antigo gosto que percorria as mesmas veias.

O inverno finalmente chegou, passou pelo caminho aberto no meio da mata e bateu com toda a força nos muros da minha fortaleza, o que não foi o suficiente para suportar toda a força e o frio, e desabou. Percorreu todos os corredores preenchendo todas as veias e congelando tudo o que via pelo caminho, até chegar no trono que estava intacto, e mais uma vez foi congelado porque também não foi forte o suficiente para suportar a intensidade do que chegava. Por lá ele permaneceu, frio e cada vez mais alto. Tão alto que quando caiu e tocou o chão tomado pelas ruínas das veias, muros e corredores se despedaçou como um vidro frágil qualquer. E assim todas as memórias se foram com ele. E por fim todos se tornaram um só novamente, todos em pedaços para serem reconstruídos de maneira uníssona, tentando se tornar mais forte para a próxima tempestade que o inverno trás consigo.

O inverno finalmente chegou, passou pelo caminho aberto no meio da mata e bateu com toda a força nos muros da minha fortaleza, o que não foi o suficiente para suportar toda a força e o frio, e desabou. Percorreu todos os corredores preenchendo todas as veias e congelando tudo o que via pelo caminho, até chegar no trono que estava intacto, e mais uma vez foi congelado porque também não foi forte o suficiente para suportar a intensidade do que chegava. Por lá ele permaneceu, frio e cada vez mais alto. Tão alto que quando caiu e tocou o chão tomado pelas ruínas das veias, muros e corredores se despedaçou como um vidro frágil qualquer. E assim todas as memórias se foram com ele. E por fim todos se tornaram um só novamente, todos em pedaços para serem reconstruídos de maneira uníssona, tentando se tornar mais forte para a próxima tempestade que o inverno trás consigo.

Destrua o meio e deixe que o final dos fios se formem sozinhos. Após todos caminhos transpassados o que se vê é só um monte de buracos vazios que foram inutilmente perfurados e perfumados. O sentido? Foi jogado às cinzas que corroem os pulmões imprudentes o suficiente para soltar a respiração e o grito antes da hora, e expulsar tudo o que deveria estar falsamente escondido atrás das paredes de vidro que agora estão destruídas e transformadas em pó. Brevemente tudo isso irá se consumir nos fogos ateados para alimentar a diversão e para alimentar o insaciável monstro que vive nas masmorras mortas do coração.  

Destrua o meio e deixe que o final dos fios se formem sozinhos. Após todos caminhos transpassados o que se vê é só um monte de buracos vazios que foram inutilmente perfurados e perfumados. O sentido? Foi jogado às cinzas que corroem os pulmões imprudentes o suficiente para soltar a respiração e o grito antes da hora, e expulsar tudo o que deveria estar falsamente escondido atrás das paredes de vidro que agora estão destruídas e transformadas em pó. Brevemente tudo isso irá se consumir nos fogos ateados para alimentar a diversão e para alimentar o insaciável monstro que vive nas masmorras mortas do coração.  

As vezes esperamos sinais que nunca virão. Esperamos por luzes que nunca se acenderão, porque elas na verdade são apenas um simples reflexo e dependem apenas de um ato para que elas possam se acender e aquecer o que está morto por dentro, é algo que vai além do interior e precisa tocar de maneira profunda o exterior até que encontre o ponto certo para que tudo ganhe vida e comece a girar como mil engrenagens que fazem parte de um grande mecanismo. Tudo precisa estar certo e no seu devido lugar. Mas essa máquina nunca funcionará por completo ao menos que todas as luzes se acendam inúmeras vezes e possam sempre aquecer e iluminar o caminho que uma vez jazia nas trevas mais obscuras dessa grande máquina de fumaça e fluídos.

As vezes esperamos sinais que nunca virão. Esperamos por luzes que nunca se acenderão, porque elas na verdade são apenas um simples reflexo e dependem apenas de um ato para que elas possam se acender e aquecer o que está morto por dentro, é algo que vai além do interior e precisa tocar de maneira profunda o exterior até que encontre o ponto certo para que tudo ganhe vida e comece a girar como mil engrenagens que fazem parte de um grande mecanismo. Tudo precisa estar certo e no seu devido lugar. Mas essa máquina nunca funcionará por completo ao menos que todas as luzes se acendam inúmeras vezes e possam sempre aquecer e iluminar o caminho que uma vez jazia nas trevas mais obscuras dessa grande máquina de fumaça e fluídos.

O ponteiro mais uma vez marca o fim e só espero o estrago. Mas nesse vazio, o que há para se estragar? Se parece com um monte de círculos não preenchidos que não sofrem influência da explosão. Era pra ser mais difícil em outros ambientes, mas daqui, só vejo uma poeira que incomoda e me atordoa, algo passageiro, mas que retira toda e qualquer umidade, e só o que sobra é o seco. Daí tudo se torna seco e morto consecutivamente, quase como uma linha de dominós, até o fim deste processo, espero apenas que a nuvem de poeira se dispersse e que eu mesmo não vá reproduzir o suposto estrago gerado pelo fim da contagem dos ponteiros

O ponteiro mais uma vez marca o fim e só espero o estrago. Mas nesse vazio, o que há para se estragar? Se parece com um monte de círculos não preenchidos que não sofrem influência da explosão. Era pra ser mais difícil em outros ambientes, mas daqui, só vejo uma poeira que incomoda e me atordoa, algo passageiro, mas que retira toda e qualquer umidade, e só o que sobra é o seco. Daí tudo se torna seco e morto consecutivamente, quase como uma linha de dominós, até o fim deste processo, espero apenas que a nuvem de poeira se dispersse e que eu mesmo não vá reproduzir o suposto estrago gerado pelo fim da contagem dos ponteiros

Deitado no relento da paz que foi trazido por todas as noites escuras eu posso observar que hoje as nuvens não são mais como costumavam ser, elas sempre tinham um formato definido, um formato certo e hoje, elas tem qualquer forma. Talvez até tenham uma forma brevemente precisa, mas eu não consigo enxergar, nem necessito. Todas as visões que as nuvens me dão hoje são desnecessárias agora que posso observar apenas como mais um mero amante do almejo conquistado, mesmo com um grande intervalo de tempo e com um turbilhão quase infinto de sensações que o cerca. O céu mais limpo traz os ventos que enchem meus pulmões de ar e vida deixando uma única coisa, uma única sensação, paz plena.

Deitado no relento da paz que foi trazido por todas as noites escuras eu posso observar que hoje as nuvens não são mais como costumavam ser, elas sempre tinham um formato definido, um formato certo e hoje, elas tem qualquer forma. Talvez até tenham uma forma brevemente precisa, mas eu não consigo enxergar, nem necessito. Todas as visões que as nuvens me dão hoje são desnecessárias agora que posso observar apenas como mais um mero amante do almejo conquistado, mesmo com um grande intervalo de tempo e com um turbilhão quase infinto de sensações que o cerca. O céu mais limpo traz os ventos que enchem meus pulmões de ar e vida deixando uma única coisa, uma única sensação, paz plena.